Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

11 fevereiro 2006

8 Mile

Foto de: 8-mile

Estamos no ano de 1995, numa cidade densamente populacional, somos transportados para um bairro daqueles emq ue se pensa duas vezes antes de se lá entrar. Notam-se problemas raciais.
Assim vamos conhecendo uma Detroit algo "negra", algo malévola a nível de ambiente a "nível de mundos" e de "sub-mundos".
Aqui entramos no mundo da noite, e no "sub-mundo" da m´suica, neste caso da música Rap.
A história irá centrar-se num grupo de jovens amigos entre si, em que todos têm em comum o gosto pela música e pelo Rap.. Entre eles "Rabbit" quer ir mais além.
Porquê o "Rabbit"?
O "Rabbit" além de tentar sobreviver tenta encontrar o "topo", isto é o reconhecimento pela sua arte.
A razão de ser ele o importante?
"Rabbit" irá demonstrar ao longo do enredo que não é necessário ser da mesma raça, para se cantar Rap, não é necessário ser da mesma raça para se conseguir fazer rimas e poemas de certo modo algo "instantâneos" para assim responder ao adversário, quando o meomento e a altura chega.
Deste modo "Rabbit" vai quebrar barreiras raciais, demonstrar que todos podem cantar e fazer rimas, que acima de tudo é preciso gostar, lutar, ter a coragem de enfrentar o desconhecido e aqueles que não o aceitam.
Mostra-nos que para além da coragem necessária para seguir em frente da coragem que é necessária quando as forças nos abatem e queremos desistir, um amigo nos dá a força necessária e o estímulo de seguir em frente.
"Rabbit" para além de ser um filme que trata de música Rap, tenho de lhe dar os devidos créditos quando me mostar que no meio daquela música algo "barulhenta e de certo modo desordeira" conseguem existir pessoas que tem uma capacidade excepcional em conseguir fazer rimas e através delas mostar e contar o que se passa em redor e no mundo em que estão inseridos.
Para além disto mostra que não é por sermos conhecidos que não somos notados, é preciso ter qualidade de algum modo ser diferente e fugir ao "vulgar e normal".
Assim "Rabbit" é algo muito actual e nada desactualizado, mais do que nunca hoje temos de ter a capacidade de fugir ao convencional e nomal, ao que é ditado por normas e leis muitas delas algo incoerentes e disparatadas e deste modo saber ver que é de bom e mau, pois só assim se consegue atingir aquilo a que nos propusemos desde o ínicio- o topo/reconhecimento.
"Rabbit" é tudo aquilo que nós somos- cidadão comum- e desejamos atingir- reconhecimento por aquilo que fazemos.

08 fevereiro 2006

"Frutos Vermelhos"

Foto de: Desconhecido

Um dia, há muito muito tempo, uma menina corria e brincava na rua onde era o seu "reino". Nessa rua, com os seus amigos faziam corridas, de trotineta e de triciclo.
Nessa rua existiam casas, uma dessas casas era a sua casa, o seu "esconderijo perfeito", onde sabia que encontrava tudo aquilo que precisava, carinho, amor, pais e irmãos, sabia que existia alguém que se preocupava e tomava conta dela.
Nessa casa existia um jardim, atrás da casa um quintal.
Nesse quintal várias árvores de fruto, bananeiras, cajueiros, abacateiras, papaeiras, para além delas, existiam uns "arbustos verdes" com uns "frutos vermelhos" próximos de uma parede e protegidos por uma grande rede deitada para colocar a roupa (estendal horizontal).
Nesse quintal alguns animais existiam, caracóis enormes, maiores que as mãozitas dela, lagartos, lagartixas, uma gata (melada e pachorrenta) na capoeira galos, galinhas, a correr no quintal e jardim o sultão um cão de água lindo.
Vamos voltar, aos "arbustos verdes" com os seus respectivos frutos.
Essa menina uma vez num dia à tarde, olhou para os "arbustos verdes" com os seus "frutos vermelhos", já lhe tinha sido dito várias vezes para não mexer e não tocar nos "frutos vermelhos" pois iria ficar aflita.
A menina como era muito teimosa, não ouvia o que lhe diziam, apanhou a mãe na cozinha e foi por baixo do estendal horizontal de joelhos e foi aos "arbustos verdes" mexeu neles, achou graça aos "frutos vermelhos" eram bonitos e com um formato diferente, olhou e pegou num, depois em mais outro , e mais outro, ficaram vários nas mãozitas.
Continuou a olhar para eles achou que deviam ser bons e saborosos e pô-los na boca, mastigou e ia para engolir quando começa a ficar aflita. A boca ardia, como foi com as mãos à cara, os olhos começaram também a arder, começou a chorar, saíu dali e procurou a mãe.
A mãe quando a viu, logo percebeu o que se passou lavou a cara, as mãos, a boca, o ardor lá acalmou.
Mais tarde, ouviu a reprimenda e percebeu que aquilo que lhe tinham dito era verdade.
O que a menima aprendeu foi que pode "correr os riscos", deve escutar e lembrar-se dos avisos que lhe dão, decerto que a iram salvar de situações que pode evitar quando está a correr esses "riscos", pois nem tudo o que se vê é aquilo que aparenta.

Os "arbustos verdes" e os "frutos vermelhos" não eram nada mais que um bom e bonito piripireiro!

06 fevereiro 2006

RiTuAL



Hoje foi um dia como tantos outros começaram, mas de modo diferente começou e de modo diferente terminou.
Esqueci de ligar o despertador!
Fez-me sair de um salto da cama (destesto) e fazer tudo a correr logo de manhã.
Um frio na rua que não se aguentava.
A nível de trabalho, foi "normal" para quem começou mal o dia!
Saio do trabalho, novamente o frio na rua brrr.
Dirijo-me para o "ti C." (irei tratá-lo assim), bebo um chá, aqui começa o final de tarde diferente.
O "ti C." logo me pede para eu fazer umas "alterações a nível de funcionamente com um determinado programa" (algo que não faz nems e ajeita a fazer e ao qual eu não me importo e gosto e fazer).
Queria alterar a música (tive de ir procurar uma), tem bom gosto mas é um pouco esquisito prefere só instrumentais, tudo o que tenha vozes se puder fugir foge, só mesmo algumas raras excepções.
Com isso veio mais não sei quantas alterações, vá lá o balanço final foi bom no verdadeiro sentido da palavra.
No meio disto tudo, além do grande gosto que me deu a fazer, foi o convívio, o rir e a amizade, não existe nada no mundo que pague um bom momento seja ele de que modo for.
Saio já é noite, está um frio que não se aguenta na rua, nem vivalma se v~e, pudera com o frio que está quem se atreve a sair!
Vou para o quentinho e o aconchego da minha casa.

04 fevereiro 2006

Junto ao Rio

Foto de: A.Mateus

Temos semanas que ás vezes são um autêntico bulício, esta que passou foi uma dessas, desde uma ligeira gripe a vários compromissos extra profissionais que me obrigaram a estar numa "roda-viva". Para culminar assuntos e situações que ao tempo andavam pendentes e não sabia que rumo hes dar, surgiu a resolução esta semana.
De certo modo, ao falar nisto tem uma razão de ser, no fundo uma pequena explicação e depois que com toda essa azáfama, recordei-me de um dia à uns anos atrás.
Um dia de verão bonito, quente daqueles agradáveis e que nos apetece sair e ir passear.
Um rio, a água corre rápida, várias árvores em seu redor, o silêncio toma conta do espaço, eu e mais cinco pessoas vamos "corromper" aquela pequena Ebeleza", e durante um fim de semana esse espaço irá tornar-se a nossa "musa" e o caminho para o derradeiro trabalho final.
Cgegados lá, cada um escolhe o seu "poiso", aquele que mais lhe convém e mais lhe agrada e que de algum modo lhe transmite algo eu como sempre não sigo muito os outros e lá fui para o "cantinho" que escolhi.
Carregada com uma placa de contraplacado, papel, aguarelas e canetas, lá fui eu sentar-me numa pedra, depois de ter andado a saltitar por pedras, não era no meio do rio, mas para lá caminhava.
Só ouvia a água a correr, a pequena queda de água com uma árvores num pedaço de terra foram o cenário por mimescolhido.
Dali via o profº, e as minhas colegas, nehum deles lá ia só de vez enquando o profº. (saltitava pelas pedras e lá ia ver como decorria o meu trabalho).
Chegou a tardee ...não dei conta mas o rio tal como o mar também encheu, foi por pouco que não molhei os pés para conseguir sair do meu "cantinho"!
Domingo de manhã lá estamos de novo a terminar os nossos trabalhos.
Esta semana que passou recordei esse fim de semana, tão oposto à semna que tive tão diferente da semna que tive.
Um contraste de agitação, para um de calma e pacatez, assim dou comigo a pensar que realmnete para se coseguir fazer algo que nos diga, que nos transmita é preciso termos acima de tudo, paz de espírito, calma e tranquilidade, pois só desse modo se conseguirá transpor a barreira por si só já difícil que é encontrar o pensamento livre de agitação.
Assim, num fim de semnan à uns quatros anos, junto ao rio alva, numa aldeia pouco ou nada conhecida contribuiu de algum modo para perceber, compreender o que existe de importante para além de nós, da família, de todos os que nos rodeiam, que é a paz a serenidade, a calma o simples fazer algo que gostamos nos faz sentir bem connosco. Este apenas foi um de muitos que existiram antes e depois, falei deste porque simplesmente foi único, em termos de convívio, amizade, para não falar de quase terficado no meio e ter de descalçar as botas para sair de lá.
Valeu a pena!
Vale sempre a pena fazermos aqueilo que gostamos e que de algum modo nostransmite algo e nós transmitimos algo, mais tarde percebemos que"são esses momentos que nos fazem sentir de algum modo únicos e que estamos inseridos na paisagem sem no entanto a estarmos a ferir".
A minha pizza chegou vou almoçar.

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