Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

07 novembro 2006

... um lápis ...

Foto de: um outro olhar
Uma folha de papel, um lápis …
Dentro dela o vazio, dentro dela nada, mas simultaneamente tudo, … sim tudo pois o vazio é algo tão vasto e complexo que tudo está lá contido, o pequeno, o grande, o curvo, o convexo, o ponto e a recta. Olho e não vejo, volto a olhar e volto a não ver, onde estão as minhas referências?
Busco não as vejo, porquê?
Volto a perguntar-me porquê?!
Pego no lápis, … o vazio continua
Num acto irreflectido a mão move-se lentamente e num ritmo que só ela conhece encontra a sua cadência. Então, lentamente do vazio vão saindo curvas, traços, rectas; lentamente do vazio começa a surgir algo; lentamente do vazio começa a surgir a harmonia; lentamente o vazio deixa de o ser e passa a ser “vida inactiva” mas de algum modo vida, pois antes o que não existia passou a existir.

De algum modo se “algo” existe não é obra do acaso, mas antes da harmonia e da junção de vários traços, várias curvas, vários carvões, várias cores, e se por acaso o acaso existe ou existiu foi com sapiência aproveitado, se por acaso o acaso surgiu uma mente aberta o momento soube aproveitar.

... Nada se vê se a tal não estivermos abertos, para tal é necessário jogar com traços, curvas, pontos e rectas pois só assim o final se conseguirá vislumbrar, “jogar” com um só desequilíbrio provocará, de outros necessitamos para o equilíbrio encontrar; e para a harmonia encontrar todos temos de usar.

05 novembro 2006

Pim…pim…schh..schhh…

Foto de: um outro olhar

Pim…pim…schh..schhh…
Da janela nada se vê a não ser a noite, e o ruído, sim o ruído pim…pim…schh..schhh… a chuva não parou de cair todo o dia, o vento esse de algum modo foi constante todo o dia tornando-se mais intenso com o chegar da noite.
São estes dias que nos fazem gostar de estar em casa a ouvir os sons, a sentir o conforto que as paredes nos transmitem, do surgir de uma conversa de família ou de amigos de um almoço tardio até com horas tardias de terminar.
São dias assim que nos fazem pensar que mesmo sendo um dia dos mais feios e cinzentos que mais uma vez surgiu é um dia de sol e de luz porque de alguma forma outras “luzes” e outros “sons” nos ajudam e impulsionam a sorrir e dizer “é um dia lindo e bonito”.
O relógio, esse não parou nem pára é um movimento constante de batida certeira que nos mostra o quanto incertos e falíveis nós somos.
Assim se vai passando o tempo” entre o saltar de um traço para outro traço", um minuto se passou e nele risos e conversas surgiram estes falíveis e incertos como tudo o que não é máquina (não conto com as avarias que estas tem, porque nós mais “avarias” temos então).
E … como tudo o que é falível e incerto é aquilo que nos circunda e é necessário para viver e sobreviver e o que é certo e infalível normalmente máquinas são, resta-nos saber aproveitar os momentos que nos surgem e deles tirar proveito. Deles, fazem parte os dias cinzentos, de chuva e vento que não nos apetece sair de casa, mas que um …trimmm, trimmm nos faz sair, fazer kms e dizer “foi um dia lindo e valeu a pena, oxalá mais destes existam”
…
Pim…pim…schh..schhh…
Pim…pim…schh..schhh…

23 outubro 2006

Um “passo”, mais outro “passo”…

Foto de: um outro olhar
Um “passo”, mais outro “passo” cada um dado de modo firme mas cada um no seu tempo e no seu contexto.
A cada um deles algo vai crescendo e aumentando, algo vai estendendo e alargando os seus braços até se perder de vista no horizonte.
O tamanho? Não importa, importa sim o que está por detrás do tamanho e de como faz uso da sua capacidade.
Intervir, agir, cooperar, ajudar, acreditar tudo palavras, tudo actos e modos de actuar, em comum todas tem o “passo” como o meio de atingir o fim a que propuseram.
Eu como pessoa de algum modo actuo e reajo desta forma e deste modo, pois eu como pessoa tenho a capacidade e o dever de saber que por pouco que seja eu posso e devo falar e agir de acordo com o que me impele a tal – contribuir de algum modo para que tudo o que me rodeia seja um pouco melhor neste momento e não daqui a pouco ou amanhã.

Assim: “ As coisas realmente capazes de mudar o mundo, de acordo com a teoria do caos, são as mais diminutas” - In”Bons Augúrios” de Neil Caiman e Terry Pratchett

13 outubro 2006

... o Início ...

Foto de: um outro olhar

Tudo começou com um sentido e um objectivo em mente, de alguma forma é o que nos leva a começar ou a iniciar algo – por em prática algo ou querer aprofundar algo são alguns dos propósitos que várias vezes nos levam a seguir em frente.
No meio de toda esta “convulsão” a insegurança e o medo pairam no ar como aves de rapina prontas a actuar ao mais pequeno percalço. Saber enfrentar e seguir em frente requer vontade, ânimo e acima de tudo perseverança para não baixar os braços e assim o esforço ter sido em vão.
Significa então que muitas vezes não depende só de nós o conseguirmos seguir em frente, mas também dos que nos rodeiam e circundam. É esse ânimo que muitas vezes nos é transmitido de formas diversas, mais ou menos subtis, mais ou menos visíveis que nos impulsiona a prosseguir e a querer fazer melhor e desse modo a atingir o fim a que nos propúnhamos.
Deste modo então
nós temos uma “quota” bastante importante em todo o percurso de um objectivo pois só depende de nós se “algo” surge ou surgiu.
Não posso esquecer de qualquer modo que sem o “ânimo” dos que nos rodeiam esse percurso se pode tornar mais difícil pois a permeabilidade e a interacção são factores importantes e sem eles o caminho era algo penoso e para além disso era fechado e tornar-se-ia obsoleto rapidamente.

E … assim um ano passou…

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