… um Rodar de Chave …
Foto de: Stefan BeutlerUm rodar de chave, um destrancar logo seguida por um passo acelerado ou uma corrida, mas … nem sempre resulta e … um ruído estridente, irrompe no ar, o coração acelera … finalmente uns dedos, umas teclas e o ruído desaparece.
Olhamos primeiro atrapalhados depois sorrimos, a seguir um rir solta-se e alguém diz “hoje a vizinhos acordam mais cedo”…
As horas passam, e com elas o fim de um dia também.
Novamente um rodar de chave, abre-se uma porta insere-se a chave na ranhura e um som solta-se no ar, primeiro o do motor logo de seguida, sons de música. Instintivamente os dedos seguem às escuras o caminho e procuram as teclas, mais à frente, mais atrás, mais alto, mais baixo, o cd vai respondendo através do rádio com alterações de som.
Surgem os gestos, todos eles tão metódicos, repetitivos e naturais que eu nem dou conta da importância que tem para o equilíbrio, da mente do espírito e dos que estão em meu redor, sem os dedos este equilíbrio e harmonia estaria de algum modo afectado.
Assim os dedos continuam a percorrer as teclas em buscas das letras, pelo meio vão acompanhando o ritmo que vai saindo continuamente do cd que inserido no pc continua a embalar e a apaziguar, e trazer o equilíbrio e a harmonia.
Uma chave, desta vez não roda ficou parada à espera que os dedos suavemente ou apressadamente se aproximem para desse modo voltar tudo a entrar no seu ritmo e voltar a desencadear todo o processo necessário ao desabrochar de mais um dia …
Esta “dança” vai continuar até sempre até que um dia o ser que é deixe de o ser …
Olhamos primeiro atrapalhados depois sorrimos, a seguir um rir solta-se e alguém diz “hoje a vizinhos acordam mais cedo”…
As horas passam, e com elas o fim de um dia também.
Novamente um rodar de chave, abre-se uma porta insere-se a chave na ranhura e um som solta-se no ar, primeiro o do motor logo de seguida, sons de música. Instintivamente os dedos seguem às escuras o caminho e procuram as teclas, mais à frente, mais atrás, mais alto, mais baixo, o cd vai respondendo através do rádio com alterações de som.
Surgem os gestos, todos eles tão metódicos, repetitivos e naturais que eu nem dou conta da importância que tem para o equilíbrio, da mente do espírito e dos que estão em meu redor, sem os dedos este equilíbrio e harmonia estaria de algum modo afectado.
Assim os dedos continuam a percorrer as teclas em buscas das letras, pelo meio vão acompanhando o ritmo que vai saindo continuamente do cd que inserido no pc continua a embalar e a apaziguar, e trazer o equilíbrio e a harmonia.
Uma chave, desta vez não roda ficou parada à espera que os dedos suavemente ou apressadamente se aproximem para desse modo voltar tudo a entrar no seu ritmo e voltar a desencadear todo o processo necessário ao desabrochar de mais um dia …
Esta “dança” vai continuar até sempre até que um dia o ser que é deixe de o ser …





