Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

03 março 2008

Ilustração: “twinkle, twinkle little star”

Ilustração de: Lina Chesak

Nada melhor que começar uma semana, e chegar ao fim do dia e pudermos deixar a mente tornar-se leve, leve, soltar-se e voar para bem longe sentir o cheiro de tudo o que nos rodeia, do pássaro, da terra, da chuva, do nevoeiro, sentir por sentir e desse modo sermos levados por uma letargia que lentamente se apodera, do tendão, passa a todo o pé, sobe à perna e continua a subir, sobe, sobe e vai chegando ao coração, um novo ar entra e uma força nos acalma, e quando finalmente à cabeça chega… zás… o sonho acabou e o início de uma noite e de um novo dia se avizinha….

28 fevereiro 2008

Foto de: angel mat


“Axioma africano : Quanto pior a estrada, mais segura a condução.” In book : “Africa Acima” de Gonçalo Cadilhe.

O risco atrai nos do mesmo modo que a segurança nos cativa . O risco cria nos o impulso de procurar novos caminhos, novos modos de agir novos modos de estar, mas em simultâneo ensina-nos a escolher o momento de encontrar a segurança e de saber restringir o impulso, deixando assim de ser um acto irreflectido e passando a ser um acto pensado.

Tal como numa estrada em que o risco espreita a cada momento e a condução se adequa a cada piso em que guiamos, aprendemos a arriscar ou a acelerar quando tal nos é permitido ou corremos o risco de não chegar ao destino para o qual tínhamos encetado a viagem. Será então que conseguimos o objectivo a que nos tínhamos proposto?...

Temos necessidade em determinadas alturas de parar, avaliar, reflectir e fazer uma opção:

...

parar, continuar, alterar, mudar

...

retomo o caminho que iniciei e deixo-me levar de acordo com o percurso que surgir...

16 agosto 2007

...mudar...

Foto de: Activity 4Life

A infelicidade existe, rodeia-nos e circunda-nos, é algo que por si só existe de modo natural, e espontâneo, está implícito na própria pessoa, mas de certa forma é algo que nós com o nosso pensamento, com a nossa atitude e o nosso comportamento perante a vida de algum modo lentamente a vamos atraindo.
Assim a atitude mais fácil é entregar-nos e deixar-nos levar pelo que nos rodeia, pelo óbvio, pelos factos, mas será este o caminho que nos leva a sentir que fazemos parte de um todo, que fazemos parte de algo e contribuímos de algum modo para nós mesmos e para o que nos rodeia?
Sei que muitos não concordam o que vou dizer, mas cabe a cada um de nós o sair desse estado inebriante e vicioso que nos faz sentir como vítimas e pessoas que não tem culpa de nada.
De algum modo para tal ter acontecido, significa que cada um de nós foi culpado de não ter feito nada para quebrar a inércia e dar o passo de libertação desse “jogo” que se usa culpando os outros quando nós somos os próprios culpados da situação em que estamos e criámos.
Sair dela não é fácil, exigências, agruras e muito trabalho surgem no horizonte mas são elas que de algum modo vão contribuir para que a infelicidade comece a decadência e a felicidade comece a ascender, são elas que de algum modo começam a marcar a mudança da nossa posição do modo como encaramos a vida, e assim o optimismo de algum modo começa a surgir e o péssimos entra em regressão.
Não é uma fórmula nem pretendo que seja tal, é apenas uma pequena divagação do modo de encarar a vida, a felicidade/infelicidade…e de acreditar em nós próprios e dar valor a nós próprios.


“Há pessoas que são infelizes por natureza. Queixam-se de tudo e de todos.” In Book “ Um Grito de Revolta 30 anos Depois” de Maria Leonarda Tavares

10 junho 2007

…não sabemos para que sobrevivemos…

Foto de: imagem da net


Uma coisa, depois outra, a seguir mais outra e lentamente estou sem saber para que lado me virar, a calma tem de se manter. Até onde vai a calma? Até onde vai o ritmo acelerado que me circunda?
Um acontecimento, mais outro e ainda mais outro, …
Passa um dia, mais outro e com ele tudo volta a rodar e a circular, tudo volta a entrar no encadeamento normal, até que algo de novo surja e volte a quebrar a “rotina”.
O que torna o que nos circunda numa rotina?
O hábito de fazer o mesmo sempre da mesma forma, do mesmo modo, à mesma hora?
Ou
Será também o cansaço que ao longo do tempo se vai instalando no corpo, na mente, em nós e desse modo se torna “amiga” de todo o nosso ser físico e do nosso ser mente.
“Rotina” palavra que para uns é a segurança, para outros o stress.
Mas, … todos nós de algum modo caímos em rotinas, rituais dos quais alguns não passamos sem eles, outros não nos apercebemos, e outros pertencem ao grupo que fazemos todo o esforço para as quebrar.
De algum modo as rotinas fazem parte do nosso quotidiano e da nossa vivência do nosso bem-estar (ou mal-estar) sem elas a nossa capacidade de algum modo seria quebrada ou mesmo cortada. Imagino um acordar sem a rotina habitual…
Assim todos de algum modo nos esforçamos para atingir um fim por cada um de nós pensado e imaginado, usamos as rotinas e rituais para atingir esse mesmo fim, pelo meio vamos esquecendo as razões e assim pudemos chegar ao ponto em que não se sabe por que estamos numa rotina.
Esquecemos o que nunca devíamos esquecer…. O que nos levou a a esforçar para atingir um fim….


… /…

“Trabalhar para atingir um estilo de vida confortável, um modo mais confortável de sobreviver, foi um objectivo que foi ganhando força, até se tornar num fim em si próprio e a nossa razão de viver; entretanto, fomos metódica e gradualmente esquecendo a nossa pergunta inicial. Esquecemo-nos de que ainda não sabemos para que sobrevivemos.” In “Profecia Celestina” James Redfield

…/…
(Vou-me ausentar por umas semanas, não por trabalho mas porque a palavra férias surge no horizonte. Problemas com o blogger obrigaram-me no atraso do post)


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