Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

29 abril 2007

Awards – 5 Blogs that make me think


Alguém me disse que eu penso, assim pensar com toda a sua conotação faz-me sentir um “peso” e ter uma/ou alguma responsabilidade nas palavras que posso ou devo dizer ou escrever, não por serem fáceis ou difíceis, mas pelos que essas mesmas palavras podem implicar ou determinar.
Cabe a mim então saber ou tentar ter uso correcto dessas palavras e dessa capacidade de pensar.

Porque gosto de conseguir ir sempre mais além e de me tentar ultrapassar, assim já ouvi dizer os dois extremos ou que penso demasiado ou que faço as coisas sem pensar e num acto imediato, as duas são verdadeiras.

Assim e porque a Teresa Durães me disse que eu penso, transmitiu assim o testemunho de dizer os
5 Blogs that make me think:
Porque … as imagens dizem mais do que muitas palavras e nos fazem pensar e meditar no rumo que levamos ou temos.
Porquea vida tem harmonia, encanto e gosto de viver e isso transmite-se em toda a sua forma e conteúdo, e sem isto não se pensa nem raciocina, só alguém com a capacidade de não pensar, pensa de modo inteligente, assim não pensando pensa.
Porquea vida não é só feita de pensar, sorrir/rir e informar, são um modo de pensar, de uma escrita inteligente, viva e de saber, assim a falta disto provoca um desequilíbrio e só assim se consegue pensar(sorrir/rir e informar), que para pensar é preciso não pensar e ter a mente aberta.
Porque … é uma pessoa extraordinária e faz um uso de palavras com inteligência e me obriga a pensar e ler atentamente.

Porque … para além de levantar muitas questões, a todos os níveis é uma pessoa que muito admiro pela sua versatilidade, rapidez e fluência de escrita e deste modo me obriga a pensar e racicionar.

Com isto cheguei à minha conclusão que para pensar é preciso saber rir, sentir harmonia, sentir bem connosco, sentir equilíbrio e acima de tudo não pensar, só assim o pensar surge pois está abertas a ideias e a outras palavras, que nos leva a outros lugares… (algo que nunca tinha pensado) …

10 abril 2007

... cruzar de pernas ...

Desenho de: Anónimo

Sento-me no tapete que se encontra no chão, cruzo as pernas a tv faz ruídos de fundo, puxo o portátil, tento organizar ideias.
Organizar ideias, será um momento, será um pensar, será um fugir à realidade que nos circunda, algo é … O que é então?
De entre muitas coisas que pode ser organizar ideias é um “momento”, e dele fazem parte várias fracções de outros momentos por nós vividos, interligados ou não fazem parte de nós. Vivemos e apreciamos mais ou menos a vida e tudo o que nos rodeia, porque de algum modo temos essa palavra que se chama “momento” e é ela que nos faz sentir, o que é um segundo – numa situação pode ser interminável, noutra pode ser bem pelo contrário o oposto – o que é saber esperar, o que é ter paciência.
O imprevisto faz parte dos momentos e está para ele como a chuva e o sol estão para o tempo, sem o imprevisto o momento, o viver e a vida de algum modo tornar-se-iam monótonos e repetitivos.
Assim viver e vida de algum modo só conseguem ser apreciadas e ter o seu verdadeiro sentido se a palavra “momento” existir, sem ela viver e vida ficam de algum modo “perdidas” num emaranhado de palavras de ideias mas que não fazem qualquer sentido e acima de tudo sem um ponto comum que é a pessoa em si- pessoa em si que liga o momento a ela e a tudo o que a rodeia.

Viver e vida sem momentos é como um saco roto em que por mais que se queira segurar o conteúdo ele sai de alguma forma. É preciso existirem momentos, existirem segundos, existirem fracções de segundo, existirem horas para termos a capacidade de “ler”, “ver” e apreciar a vida e o viver, mas para os momentos existirem não posso esquecer que tem de existir um viver e uma vida !!
Implica isto que uns e outros exigem e dependem uns dos outros, pois só assim neste encandeado e nesta dependência consegue-se ter a agilidade e a capacidade para se viver, ter vida e acima de tudo apreciar o que é bom e mau e no meio disto tudo sair vitorioso e com coragem para enfrentar mais um imprevisto e mais um momento.
E assim descruzo as pernas levanto-me e dou por terminado este “momento”.

21 março 2007

...Porque...

Porque o som é necessário, a música é importante e rir mais importante e juntar estes “itens” num som é algo que nos consegue por bem dispostos ou pelo menos com um sorriso na cara.
(Rick Miller)
...

Bohemian Rhapsody

14 março 2007

...Imagem...

Foto de: Harry Staut

Às vezes, pergunto-me se a imagem que nos é dada e colocada ao nosso redor e a imagem que nos colocamos é a imagem que deveria ser colocada nesse mesmo momento.
Quantas vezes somos confrontados com imagens que nos fazem sentir de algum modo impotentes, quantas vezes somos confrontados com imagens que devido ao seu exagero de repetição, á sua agressividade nos leva a reagir de um modo não sentido, nos faz agir com um modo de fuga e não de acção e de mudança de atitude.
Será porque somos indiferentes? Penso que não somos indiferentes, penso que de algum modo somos “obrigados” a ser indiferentes para conseguir sobreviver no mundo que nos rodeia. Porquê? Talvez porque devido à abundância e exagero de imagens negativas, ao exagero de imagens que transmitem degradação destruição somos compelidos a fugir delas e a procurar refúgio em imagens que de algum modo transmitam mais amor, alegria, compaixão e alegria de viver.
No fundo devido à massificação da violência ao exagero exacerbado de atitudes agressivas, vamos criando defesas para nos refugiarmos psicologicamente dessas mesmas imagens.
Soluções?
Muitas existem, mas talvez nenhuma seja a correcta talvez mesmo a solução seria passar por uma alteração de hábitos, uma alteração de pensamentos uma alteração de atitudes em termos de colocar nos media as imagens que vão ser transmitidas/colocadas para desse modo o reflexo que começasse a surgir fosse um reflexo mais limpo, mais sensível, mais aberto mais positivo e acima de tudo com mais fé num futuro que sabemos apriori é difícil e trabalhoso. Talvez só assim o reflexo comece a ser mais empreendedor pois começa a ter mais esperança no futuro que ele próprio e os outros ao seu redor vão criando.

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