Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

21 janeiro 2007

…hrdost …


Foto de: judytha

Num acto natural e normal, faço intenção de me sentar no chão de pernas cruzadas como é meu costume e só depois então me dedico ao que me levou a sentar. Invariavelmente um livro, uma música, um filme e deste modo surgiu algo que li e me deixou a pensar “São as casas mais grandiosas e as árvores mais altas que os deuses deitam abaixo com raios e trovões. Porque os deuses gostam de contrariar o que é maior que o resto. Não suportam o orgulho a não ser em si próprios” surge in “ A Regra de Quatro” - Ian Caldwell e Dustin Thomason mas é de Heródoto.
Nos tempos de hoje não são deuses, mas … surgem de modo mais ou menos visível, usam e abusam do puder que lhes é atribuído, ou prometem e não cumprem são apenas algumas das facetas comuns e notórias nos dias de hoje.
De algum modo esquecem os que os rodeiam e acima de tudo esquecem que antes de serem o que são estiveram inseridos no número daqueles que o rodeiam e que fizeram parte dos que são esquecidos ou preteridos por outros.
No fundo esquecem as bases, as raízes e apenas se orientam por novos conceitos e tudo o que domina esses novos conceitos, a pessoa e o humano ficou num plano inferior assim surgem novas atitudes umas melhores outras nem por isso mas todas elas fazem parte de um todo.
Esse todo melhor ou pior faz de nós a pessoa ou as pessoas que somos, assim de algum modo esquecer o outro ou os outros é esquecermo-nos a nós próprios, e esquecendo nós e a nossa identidade pode ser o inicio de perder tudo ou todos.
... hrdost (orgulho) em grau elevado pode ser o princípio de um esquecimento da nossa identidade

17 janeiro 2007

… manhã …


Foto de: GeWesely



Temos segundos, temos minutos, temos dias, temos momentos em que estamos bem, que tudo se enquadra que tudo se encaixa, encaixa tão bem que mais parece que é irreal, ou melhor mais parece que por estar demasiado “encaixado” ou certo decerto algo se avizinha. Será?!
Não sei, para mim apenas é um pensamento que me surgiu leve e rápido tal como este ano se iniciou, rápido e leve, com uns laivos de sol a surgir de vergonha em altura do ano que nos deixa de sorriso nos lábios, pois por estas alturas o “hábito” é o cinzento, a chuva e o nevoeiro e o frio (este ainda vai dando o ar da sua graça) até quando? Eu gosto de sentir e de ver, mas admito que é estranho nesta altura do ano, e pergunto-me o que se passa? Serei só eu ou o tempo também está já baralhado e não sabe bem quando deve entrar e sair?
Então reparo que o dia foi passando e lentamente manteve o seu “temperamento” mas reparo também que o seu “temperamento” é mais ameno e não tão agreste como no passado.
É fruto dos tempos? Ou da mão do homem?
Talvez dos dois … vejo e noto que vão ter de aprender a coexistir se querem que a manhã volte a ser como é e como era outrora, e não como decerto será num futuro próximo …
Assim…
“Não sei ao certo se é a manhã que passa, se é o dia que passa, ou se é toda a vida que passa nesta manhã neste dia.” In “Nenhum Olhar” de José Luís Peixoto

28 dezembro 2006

… um segundo … um dia … um ano …

Foto de: Seekers
“A memória é uma paisagem contemplada de um comboio em movimento”
Autor: José Eduardo Agualusa in “O vendedor de passados”
O dia chega ao fim, olho para o relógio e dou conta de que ele não pára e no mesmo visor os ponteiros continuam a sua viagem interminável, voltas e voltas … assim é o modo como as horas passam, para nós talvez não sejam só voltas e voltas mas algo mais que tem um inicio, um meio e um dia terá um fim.
Nos meandros de todas essas “voltas” que não são só voltas para nós, ... vão passando os segundos, os minutos, as horas, os dias, os meses, e por fim os anos…
E assim quase sem nos dar-mos conta um ano passa e nós olhamos incrédulos e dizemos “foi tão rápido !!”
Terá sido? Talvez não, talvez as nossas vidas demasiado aceleradas tenham provocado tal, e assim o que fica na memória pode ser algo que nos agrada ou não, assim a paisagem que um dia ao olhar para trás nos surge poderá ser uma que não era aquela que gostaríamos de ter feito na altura …

Novo ano a surgir, com ele novas ideias, esperanças e energias e com ele uma nova atitude deve emergir para um dias a paisagem contemplada não ser de angústia, tristeza e só trabalho, mas de alegria, amor e felicidade e tudo o resto que é inerente …

Saiam bem de 2006 mas entrem melhor em 2007

19 dezembro 2006

… mais um Natal, mas … uma nova Atitude …


Foto de: Ivonaldo Alexandre

“Por vezes os seres humanos são tal e qual como as abelhas. Estas protegem ferozmente a sua colmeia, desde que estejamos cá fora. A partir do momento em que entramos, as obreiras parecem concluir que a questão foi resolvida pela gerência e deixam de ligar. Graças a este facto, muitos insectos dados a viver do alheio têm conseguido um doce modo de vida. Os seres humanos fazem o mesmo.”
Autor Neil Gaiman e Terry Pratchett in “Bons augúrios”

Mais um Natal se aproxima, com ele mais um aproximar de um fim de ano a chegar e outro a iniciar, assim e com uma atitude de pensamento são e positivo vamos encarar este Natal com uma nova esperança e que essa esperança de algum modo deixe de o ser e passe a ser a atitude necessária para a mudança tão necessária em cada um de nós, para o novo Ano que se aproxima.
Um Bom Natal para todos vós e que ele seja o início de uma nova atitude.

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