...capacidade...liderança...
Foto de: Marília GomesDe alguma forma eu na minha vivência e convivência diária deparo-me com diversas situações que envolvem vários tipos de pessoas. Surgem assim várias hipóteses de reacção e actuação perante uma ou diversas – situações – podendo elas ser ou não iguais, parecidas ou diferentes.
Fui criança, adolescente hoje sou adulta fui crescendo, com o crescer o pensar vai amadurecendo e alterando/aperfeiçoando, melhor vai ficando com “bases”, “bases” essas cada vez mais consistentes, mais convincentes e fortes. Estas ”bases” de alguma forma, foram-me transmitidas desde o nascer chamo-lhe Princípios, outras com o crescer e em convívio com a sociedade alargaram a sua abertura e surgiram outras mais fortes, que me “obrigam” de algum modo a segui-las dentro de determinados parâmetros chamo-lhe Leis.
“Eles” e “elas” de algum modo servem para me servir se eu souber fazer uso delas, servir-me a mim e aqueles que me rodeiam, foi para isso que “eles” e “elas” surgiram para ajudar quando necessitamos e não provocar o inverso – caos e destruição.
Constato então que se o uso delas não for feito de modo correcto, ou melhor se o uso delas é ineficaz leva-me a depreender que quem está no poder de liderança não tem a capacidade correcta de o fazer, não sabe fazer ou não o deixam fazer, mas acima de tudo demonstra-me que a capacidade de liderança não é a melhor, isto é fraca ou ineficaz.
Podendo então eu tirar como resultado final que de algum modo deixa-se subjugar pelos seus subordinados, ou se deixa levar “pela onda” do que o circunda.
Então tenho de algum modo dar razão ao seguinte:
“Aqueles que são hábeis na guerra cultivam princípios e preservam leis. É deles que depende a vitória e a derrota.” In “A Arte da Guerra” Sun Tzu







