Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

03 julho 2006

Vicky


De novo o trabalho “chama” e, com ele, todos os pequenos gostos e prazeres que temos em conjunto com o ... trabalho, que de algum modo nos ocupa mas simultaneamente nos satisfaz, nos alegra e nos ajuda a elevar o nosso espírito e a nossa mente. Assim e porque nas férias temos tempo, relembrar é algo que pode acontecer….


Desenho de : Autor Desconhecido

Há dias quando por mero acaso liguei a televisão e estou sentada distraída a olhar e simultaneamente a tentar ler um livro, oiço uma voz que vem da “caixinha”, essa voz familiar e de algum modo infantil, fez-me olhar de repente e instintivamente para o pequeno ecrã.

Voz e música fazem parte do meu imaginário de criança, fazia muitos anos que não ouvia, foi com surpresa e alegria que revi um dos episódios de uns desenhados animados da minha infância “Vicky”.
Gostei de reviver a animação, considero ainda hoje agradáveis de ver e com conteúdo. Bem diferente dos actuais a nível gráfico (dos quais nem desgosto) que se moldam às exigências dos tempos e à modernidade.

Não tento criticar nem defender os desenhados animados quer da geração actual ou da minha geração, cada um deles se enquadram na sua época e nos seus tempos, é algo inevitável, e por isso um avanço na tecnologia, nas gerações e no seu modo de vivências.
Constato sim que alguns não são tão bem aceites, Porquê?! … talvez, porque esqueceram que já foram crianças e que evoluíram e que tal como eles evoluíram os tempos também, nada pára tudo é um constante movimento.
… Pena talvez aceitando melhor compreendiam o conteúdo e fundamento que existem nos actuais.

Termino com a célebre frase que inicia a animação
Hey hey vicky hey vicky hey, no alto mar navega ….


No fundo será que não “navegamos” todos nesta imensidão que é o mundo e as ondas são a vida?!

09 junho 2006

...Porque, o descanso é necessário ....

Foto de: Pedro Moreira

Corremos andamos nem vemos o tempo passar, agora o descanso chegou e a ele vou-me dar ... as férias chegaram! A todos um obrigada. Até Julho

04 junho 2006

Ondas ELF


Foto de: Fenónemo HAARP


Ruídos consecutivos ouvem-se no exterior, ... shrr ... é a consequência final que surge depois do vento embater em algo que apareça na sua frente.
No interior abrigada da aragem ventosa que no exterior decorre uma letargia começa a surgir e a tomar conta dos sentidos.
É com o "sabor" desta letargia que sou levada a campos do oeste e a ondas ELF.
Ondas ELF transmitidas a uma frequência bastante baixa, com uma determinada intensidade, e com determinadas características conseguem afectar o ouvido interno provocando em todos os seres vivos a morte imediata, sobrevivendo apenas os que tinham a audição suprimida.
Se por um lado as ondas ELF que nos "intimidam", por outro lado decorrem hoje várias actuações de grupos e artistas em vários palcos em simultâneo sendo necessário para usufruir a sua totalidade a audição.
Então se por um lado a falta de audição salvou a vida a uma pessoa e a um cão, por outro lado a audição é a que movimenta milhares de pessoas a irem assistir aos vários concertos.
Olhando aos valores que estão imbuídos em cada uma das situações, vamos dar conta de que no primeiro caso é a acção humana que provocou e desencadeou a situação - morte de todos os seres vivos - não olhando e tendo a devida atenção ao que fazia e como fazia; no outro caso é a própria acção humana que vai organizar e desencadear acções de índole musical de forma ao Homem usufruir e retirar de lá algo para seu bem-estar e lazer.
Se de alguma forma o Homem num caso actua contra ele próprio e os outros seres vivos, na situação seguinte tem em atenção os valores necessários ao bem-estar e equilíbrio do Homem.
Estranho! O Homem por um lado faz mal ele próprio por outro faz o contrário ...
Porquê?!
...
Fica a pergunta no ar...

30 maio 2006

... Dziekuje Bardzo ...


Foto de: um outro olhar


Soltam-se notas, sons suaves fazem-se ouvir, ... no ar existe uma musicalidade que me faz sentir calma. O som de um violino transporta-me numa "viagem" com ida e o regresso adiado mesmo que por breves momentos...

Olho vejo verde, ao longe serras e montanhas recortam-se no horizonte, afastam-se ... o som do violino mistura-se com o ruído constante do matraquear das rodas que "deslizam" nos carris ... o comboio esse avança.
Alguém entra cumprimenta, sons estranhos e palavras desconhecidas surgem e saem da boca ... dzien´dobry/bom dia ... olho sorrio e cumprimento sem perceber o que diz mas deduzindo ... apenas sei: do zobaczenia/tchau - quando saíu foi o que lhe disse.
Volto a "fugir", ... o som constante do comboio mantém-se com o do violino, a velocidade aumenta a direcção essa é norte ... de repente uma paragem súbita ... estou numa praça, não a conheço e nada me é familiar, olho e procuro pontos de referência, ... em vão eles não surgem!!
... Pego num mapa, palavras que não sei lêr surgem, mas nenhuma com um nome igual ou parecido ao tão desejado nome da praça! O coração acelera, ... nada ... uma praça enorme de dimensões bem superiores à anterior, ... avenidas de duas vias de cada lado!!
Olho sinto-me perdida, onde estou?
As horas essas não páram, o relógio diz-me que o tempo escasseia, despacha-te ...
Uma senhora de idade com um cão dirige-se a mim:
Czess/olá diz, respondo da mesma forma, fala não entendo mas percebo que me quer ajudar, pergunta e aponta para o mapa ,...mostro ... por gestos indico, aponto e falo o local para onde quero ir, pede-me uma caneta escreve nomes.
Nomes de ruas pela sequência que tenho de fazer, indica-me a primeira e sorri-me diz-me do zobaczenia e outro sorriso surgiu.
Sigo em direcção à rua, antes olho para trás deixei de a vêr!! Desapareceu, ainda agora estava e de repente o vazio surgiu ... estranho!
Não posso demorar o tempo escasseia, acelero o passo ... direita, esquerda, outra vez esquerda, e mais não sei quantas voltas, ... finalmente!
Sei onde estou, a praça minha conhecida com a estação de comboios ao fundo surgiu e as avenidas minhas conhecidas também!
Senti-me em casa num local desconhecido, caminhei para a pousada coloco a chave na porta e ... a noite caíu escura e cerrada, sorrio lembro a mulher do cão e penso se existem "anjos" ou "acasos" ... o calor chegou-me à cara a sede surgiu, estou cansada, sentei-me bebi água e simplesmente apreciei o momento ...
A música silenciou, e o comboio não se ouve ...
Apenas uma palavra me surge Dziekuje bardzo ...

29 maio 2006

Brussels Gray = Cinzento Bruxelas




A Sinapse falou ... disse: que juntava à palete das cores o Brussels Gray = Cinzento Bruxelas, eu olhei para a minha palete olhei para as cores e organização no espaço das mesmas e ... tenho para "ele" (espaço) - "ele" o Cinzento Bruxelas pode entrar na minha palete ...
Mas, ...
Porque é que existe sempre um mas?!
A quantidade será pequena, porque o uso será condicionado pela força do laranja, do azul, do verde, do amarelo e do branco com um fiozinho muito ténue do preto apenas para realçar pontos estratégicos que possam necessitar.
O cinzento esse dará o ar da sua graça quando necessário em actuações deliberadas e cuidadas de modo a sobressair todo o conjunto, deste modo mostrará que o mesmo pouco usado e pqueno e de muita utilidade pois dele surgem quadros que de modo algum surgiam se o Cinzento Bruxelas não fosse inventado.
Peço desculpa ao Brussels Gray, mas de outro modo não sei trabalhar pois para entupir as ideias já basta o céu cinzento olhar e um dia de Inverno sentir.
Assim algo do género à imagem pode surgir, pois para algo com cores belas surgirem ... outras cores, menos belas são necessárias, assim Brussels Gray= Cinzento Bruxelas, tem algo de importante numa palete de cores, mesmo às vezes ficando nós tristes e taciturnos com o dia cinzento.
Talvez por o dia estar hoje muito solarengo e bastante quente (alguns chamaram de sufocante) me lembrei do Cinzento Bruxelas pela sua oposição.

27 maio 2006

"Ela" ... Caminhava ágil ...

Foto de: Fernando Soares

Caminhava ágil e de forma leve quando avi, os passos eram suaves como os de uma gazela. Olhava de forma ligeira ao seu redor, tomando atenção apens ao que lhe interessava o resto era banal e ... não ligava simplesmente.
Vivia da mesma fora que pensava, que andava, porque ousava fazer o que outros nem achavam que devia.
Por uns amada, por outros ... odiada, mas por todos de algum modo falada.
Para uns era antítese, para outros, tudo aquilo que queriam e não ousavam tentar ou ser, mas apenas parecer e de um modo tão tivial que mal se apercebia.
Assim era "ela" a pessoa que vi e com a qual cruzei, já me tinham chegado aos ouvidos, várias palavras e boatos, não acreditei ... o disse que disse - rumores - são tantos que não sabe onde começa a verdade e termina a mentira.
Quando a vi acreditei nela, ... tudo indicava que era verdadeiro e por terra caíram tudos os rumores até aí falados.
Pensei ... porquê?! Porque falam e dizem tanta coisa?
Não entendem que o saber, está na coragem de ousar fazer e ir mais além, e não no estagnar e parar! Que conhecimento é o não saber lêr e falar? Mas escutar e ouvir o que o que falam as entrelinhas - será para todos?
Por isso quando a vi percebi que "eu" era um ser que tinha muito para aprender e evoluir. Até atingir um estádio em que me tornava transparente e desse modo eu via os outros mas eles não me viam. Ela estava próxima desse estádio, por isso quando a vi e me cruzei, foi quase uma miragem do que poderíamos ser ...
Dizem ... desapareceu, não a vemos!
Sorrio, e digo "ela " está bem.
Como assim?!
Como vos disse "ela" está bem, apenas mudou de sítio e de localização, foi para a "Terra Paralela"" onde nos vê, mas nós não a vemos ...
Dizem estás doida, ...
Pois estou, ... estamos todos de algum modo, cada um a seu modo! ...

24 maio 2006

Caos é o Princípio ou fim de tudo?


Nada existe para além deste corpo físico, nada existe para além destas barreiras ultrapassadas, nada existe a não ser um espaço entre mim e o universo.
Um espaço onde cabe tudo e nada, um espaço onde se conjugam vida e morte, um espaço onde reina o "caos".


Foto de: Maurício Bertero

"Caos" ... o bulício reina a azáfama paira no ar. Algo novo está para surgir, será ilusão ou verdade? Talvez ... o sexto sentido não mente (dizem), ou será apenas uma ilusão de óptica e a vista me traíu?!
Não a vista não me traíu, e o sexto sentido estava correcto.
Agitação, lutas desenfreadas, uns contras os outros eu no meio sem saber que fazer.
Mantenho a calma, o tempo é todo meu a luta essa não é minha por isso afasto-me e vejo o rebuliço que cada vez mais vai aumentando, gradualmente vai minando, sem se aperceberem tomou conta das vozes e os pulmões abriram com força e ... o rumo de algum modo mudou em alguma das vozes - as coordenadas essa foram acertadas e reorientadas.
Caos é o princípio ou o fim de tudo?
Aqui é o fim de tudo, o fim de uma era o começo de uma nova era.
É a libertação de uns e opressão de outros, será só hoje?
Não ... amanhã é outro dia, caos não será mas princípio de algo será e fim de outro algo também será.

22 maio 2006

"The Simpsons"


Desenho de: Autor desconhecido

Olho o céu, as nuvens vão altas o dia esse está de uma cor leve e solarenga, os dias de calor e de praia ainda não chegaram, mas de algum modo o "cheiro" esse já se faz sentir.
Ao lado oiço o som da tv, conhecidas vozes começam a chegar "The Simpsons" a família "fora de série" - "ganhávamos milhões mas nunca tínhamos dinheiro"...
Uma série animada, que nos faz rir mas de algum modo nos faz uma crítica feroz a atitudes que alguns consumistas têm. Vamos vendo e rindo ...
Assim sem nos apercebermos a frase descrita acima, torna-se numa paródia e numa atitude de valores decadentes.
A rir e com boa disposição vamos vendo lentamente e de forma acutilante, vários modelos característicos da nossa sociedade a serem colocados em causa.
Rio e de algum modo penso - em relação à frase- com milhões ou sem eles o que fazemos nós ao dinheiro, até que ponto ele é bem encaminhado/conduzido até ao resultado final surgir.
Será que temos consciência que cabe a nós fazermos um pouco para alterar o rumo às atitudes que vemos e simplesmente colocamos uma "venda" nos olhos ou olhámos para o lado para evitar vêr.
"The Simpsons" gosto, rio e aprecio vêr pois são eles de algum modo que nos fazem pensar e mostrar o que vai em nosso redor de forma alegre, simples e caricata sem preconceitos. Enquanto isto se passa na tv, ao lado uma guitarra vai tocando e sons ténues e agradáveis vão saindo.
Por agora vou continuar a ouvir a guitarra, "The Simpsons" por hoje e agora terminou.

19 maio 2006

Vivemos para Sentir e Sentimos para Viver

Foto de : Autor desconhecido
Será assim tão linear?
Viver apenas para sentir ... que gosto teria a vida sem o prazer de não sentir?! Pois só percebemos o sentir quando conhecemos o não sentir.
No fundo só temos noção e conhecimento em si das coisas quando por vontade própria ou por força maior somos obrigados a conhecer o oposto, e se esse oposto é negativo a noção de sentir e de viver atinge uma dimensão nova e totalmente desconhecia até aí e muito mais intensa.
Sentir apenas para viver ... que gosto estranho sentir só sabendo que vivo desse modo, e sentir a revolta, o amor?! São eles que na sua oposição , nos fazem ter a noção do que é importante no viver.
Será que «Viver apenas para Sentir e Sentir apenas para Viver» não será um acto e egoísmo ou melhor não é um acto de egoísmo num grau elevado?
Pois só num grau elevado de egoísmo se tem a capacidade de "esquecer" o que nos rodeia e elevar o seu "eu" ao mais alto nível.
Deste modo quem vive com esta maneira de pensar ou ideologia de pensamento, não vive na totalidade, não sente o pulsar da vida na sua força toda, nem consegue ter a capacidade de entender e de discernir.
Vamos encontrar cada um o equilíbrio perfeito, de modo a sentir a vida na sua essência mais profunda.

15 maio 2006

Três palavras começam por G C T

Foto de: um outro olhar

Gerir, Capacidade, Tempo ... palavras que nos levam a vaguear por diversos mundos.
Mundos tão diferentes, finança, design, moda, música, ... tantos outros existem!
Comum a eles, três palavras que começam por GCT, sem elas - palavras - nada acontecia, nada surgia, nada inovava.
Cada vez mais estas capacidades são exigidas, cada ves mais elas são "sugadas" a nós pessoas, em detrimento de outras.
Quais as melhores?
Dizer é difícil temos de saber acompanhar o ritmo dos tempos, a actualidade que temos impõe estes ritmos.
Quem não tem estas capacidaes tem dificuldade em se adaptar, há que ser maleável acima de tudo, permeável, calmo mas rápido (atento).
Nos tempos de ontem tal como nos de hoje e nos de amanhã tudo se fez, tudo se faz, tudo se fará. Exige-se é que se queira fazer, que se goste de fazer e que não se importe de dar um pouco mais de si, porque quando se faz por gosto ou se gosta, o tempo de algum modo arranja-se ...
Tal como as gotas tudo leva o seu tempo a moldar se e a crescer ...

11 maio 2006

Apenas uma descida ... um passeio diferente

Uma manhã como tantas outras que surgem esta é ... fresca, o sol ainda não apareceu, algo diferente nos espera, para lá nos vamos dirigir.


Chegados ao local ... um frio gélido se faz sentir e apenas a porta do carro estava aberta.
Olhamos em redor, bocados de neve ainda se podem ver, a cúpula da torre avista-se.
Foto de: um outro olhar
...

O destino é outro ... em tempos idos glaciares, com o degelo, uma paisagem diferente surgiu ...

Começa-se a andar ... uma longa descida espera-nos ...

Terra e pedras a perder de vista, no chão rachas de tempos idos lembram-nos novamente a glaciação e sismos que possam ter ocorrido.
Foto de: um outro olhar


Pintalgados de vários tons - flores, arbustos - verdes, amarelos, vermelhos e muitos outros; grandes, pequenos ... serras e vales surgem.

Foto de: um outro olhar


De pedra em pedra, de carreiro em carreiro, a um pequeno lago vamos dar.
Água transparente, límpida e gelada

Foto de: um outro olhar

O destino é mais além ...



Continua-se a caminhar, ... uma lagoa surge, ...

Foto de: um outro olhar



Duas terras dela dependem em determinda altura do ano.

Foto de: um outro olhar




Um ribeiro e ... uma rã nele saltita pára e coacha



Foto de: um outro olhar


... Depois do vale a descida imperceptível para o nosso destino, perdido e quase invisíbvel.

Foto de: um outro olhar

Pela frente temos metade do caminho


... mais uns saltitos numas pedras, mais uns passos nuns carreiros, e ... um "sofá" nos espera.


Foto de: um outro olhar


Aqui a paisagem muda, o vale estreita, e torna-se abrupto e mais fundo... e será assim até ao nosso final, é aqui que começa em si a "grande descida".
Já se vislumbra a terra ao fundo.

Foto de: um outro olhar


Antes vemos uma das mais perfeitas moreias formadas pelos glaciares quando desciam a encosta. Pedras encaixam de forma perfeita, formam uma barreira natural e visível mesmo a longa distância.


Foto de: um outro olhar



Para trás ficaram, pedras, carreiros e trilhos, pela frente agora surge um estradão que nos levará direitinhos à tão esperada Loriga.


Foto de: um outro olhar


Fazer a Garganta de Loriga, para além de viajar na história e no tempo, usufruimos de paisagens naturais que só lá temos oportunidade de constatar.


Foto de: um outro olhar

07 maio 2006

Saber


Eu sei,
Tu sabes,
Ele sabe,

Foto de: Autor desconhecido


Nós sabemos,
Vós sabeís,
Eles sabem.

Foto de: Underground Hip Hop


Saber ...
Até que ponto sabemos, ou não?
Saber algo que nunca sabemos, pois a aprendizagem é constante.
Saber Hermético? Não ...
Saber Permeável? Constante mutação, constante alteração ...
Saber, é evolução, até onde temos sapiência para saber evoluir sem nos autodestruirmos?
(Fica a esperança, que teremos essa sapiência ... )

Foto de: Calarts

03 maio 2006

» Quando o inimigo é invulnerável, há que defender.» ...

Foto de: um outro olhar

«Quando o inimigo é invulnerável, há que defender. Quando vulnerável, há que atacar. Quando as forças são insuficientes, defender. Quando numerosas, atacar.»
Quantas vezes, esquecemos estas pequenas palavras? Quantas vezes, damos por nós a resolver determinadas situações, pela forma ou modo incorrecto?
Actos que depois nos arrependemos, mas já nada resolvem nem ajudam a solucionar a situação que provocou.
Deste modo se soubermos actuar de modo isento e correcto, as probabilidades de vencer ou sair vitorioso tornam-se maiores. Então se a análise for cuidada, as hipóteses de detectarmos os pontos fracos do nosso "inimigo" tornam-se maiores.
Porque é tão descurada tantas vezes?
Por vezes a rapidez e a falta de atenção são os nossos próprios inimigos, pois o querer algo com tanta vontade, o querer superar-se a si mesmo provoca uma centralização num objectivo tal, que os nossos sentidos ficam como que "enevoados" e pormenores importantes que surgem, são preteridos em favor de outros menos importantes.
Assim com pequenos actos que fazemos no nosso dia a dia, em que esquecemos e não aplicamos as palavras de Sun Tzu, "n" de oportunidades e situações escapam-se pelas nossas mãos por não termos actuado no momento certo e de modo correcto.
A pressa e atribulação que se vive nos dias de hoje de algum modo é inimiga do homen como ser humano, é inimiga do homem como pessoa, do homem como ser que ama e que é um ser espiritual, do homem que precisa do outro para se sentir bem e feliz.
Nota: O autor da frase acima escrita é Sun Tzu

01 maio 2006

Esta noite

Foto de: um outro olhar


Mais uma noite caíu, e com ela o silêncio se acercou ...


Foto de: um outro olhar

...bar, sons diversos, risos, vozes ...
um som diferente tímidamente começa a soltar-se
sons de uma guitarra ecoam, uma voz começa salientar-se, mais guitarras surgem e mais vozes acompanham

Foto de: um outro olhar

um som de percurssão soa pelo ar


...

O tempo, esse vai passando ...


Foto de: um outro olhar

Poemas declamados, por jovens e menos jovens ...




Foto de: um outro olhar

Pinturas, ... é dia de inauguração ...



as horas essas vão passando, entre uma conversa, uma bebida e uma música

...

Foto de: um outro olhar

Lentamente o fim aproxima-se, as vozes essas calaram-se ... os instrumentos silenciam-se, ... as luzes apagam-se, o palco escureceu ...




Foto de: um outro olhar

Ouvem-se passos, uma porta ... exit ..., o frio entra, a noite ficou mais escura e negra, o silêncio ficou maior e mais pesado, mas "esta noite" ...



Foto de: um outro olhar


"esta noite" foi uma estrela cadente entre noites sem fim ...

26 abril 2006

Abstracto ... Cores

Foto de: João Parassu


Depois de dois dias de inércia, em que o "no fare nienti" foi a palavra chave, depois de dois dias em que o 9 to 5 pm não existiu, depois de algum esforço para sair desta indolência eis que ... cores ...
Sim cores, Fragmento conseguiu tirar-me desta "dolce vita" ...
O mundo para mim, é feito de cores, sobretudo de cores quentes, com alguns salpicos de cores frias para lhe dar o sabor tão necessário que é a vida.
Sem elas - cores - o dia era feio inóspito, escuro e sem graça.
Já imagianram acordar um dia de manhã ser tudo a uma cor só, e manter-se assim indefenidamente ... !
Tornava-se cansativo, estranho, diríamos mesmo algo não estava bem na engrenagem da grande roda que é a vida.
Uma cor alegre faz saltar um sorriso com maior facilidade, faz-nos transportar com maior agilidade para um estado de bem estar.
Uma cor escura pode fazer saltar um sorriso, ams este será mais súbtil, mais tímido, mais calado, mas aquele que surgir será espontâneo, sincero e verdadeiro.
Cores ... importantes, na sua forma, textura, na sua organização, na sua harmonia, no seu jogar de tonalidades, captam olhares, transmitem sensações, mostram momentos, sem elas não tínhamos a capacidade de comunicar e de transmitir tudo aquilo que nos vai no nosso mais profundo íntimo, sem elas não tínhamos a alegria de viver e de acordar e sentir o calor de um sol a bater-nos na pele...

21 abril 2006

um Livro um Amigo

Foto de: F.Ciências- U.Lisboa

«Um livro é um amigo», frase sobejamente conhecida e que anda de boca em boca.
De facto é verdade um livro é algo muito nosso, é no fundo uma atitude muito intimista, eu e o meu livro e às vezes uma música de fundo a ouvir-se.
Assim por ele - livro - ser algo que nos faz levar a ter uma atitude intimista, significa que ele - livro - deve ser "algo" que nos "obriga" a ter um determinado comportamento em relação a ele.
A atitude de pegar nele e nós preocupar-nos em o lêr, de não nos esquecermos que ele está ali à nossa espera, de que ele nos consegue transmitir para além de palavras novas, conhecimentos novos.
Para além disto consegue ter outra faceta durante a leitura, faz-nos sonhar e "transportar" por lugares longínquos, assim sem nos apercebermos está a activar o nosso cérebro e imaginação mas sem nos sobrecarregar o mesmo com informação desnecessária, apenas a necessária para estimular.
Então se tenho todos estes factores positivos e de grande importãncia a seu favor, coloco coloco a questão: Porque é que um livro pode deixar de ser um amigo?
Estranha a questão? Talvez não...
De facto um livro deixa de ser um amigo, quando no acto da sua leitura e intrepretação do mesmo ultrapassa os limites que possam ser considerados "bons e correctos". O que tento dizer é quando ele - livro - em vez de nos canalizar e conduzir a atitudes positivas, coerentes e de desenvolvimento, quer em relação à pessoa que o lê quer em relação ao que o rodeia, se torna exactamente no seu oposto!
Com isto tento apenas transmitir que devemos lêr e nunca descurar a atitude de lêr. Devemos incentivá-la até, mas acima de tudo devemos ter algum cuidado e atitude correcta na escolha, no tipo e género que se opta por lêr. Só assim conseguimos evoluir em todos os aspectos, de outro modo entramos em regressão (atitude a evitar e a fugir para o nosso próprio bem estar).

19 abril 2006

Os meus ... Pânicos



Desenho de: Autor desconhecido

Mais uma semana se iniciou ... com ela - semana - os dois dias que passaram foram um autêntico frenesim sem tempo para pensar, chegada ao dia de hoje deparo-me que tenho um desafio a responder e, é sobre ele que me vou debruçar.

Pânicos, foi o desafio lançado pela Rafaela A. , assim começo a pensar e tentar responder ao mesmo:

1. Se existe algo que me faz sentir pânico, pulsação acelerada, transpirar, suar mãos e sei lá que mais é falar em público, falar em grupo, tudo o que vá para além de três pessoas faz-me sentir como "varas verdes".

2. Se me encontro num espaço fechado ou semi-fechado e esse mesmo espaço se encontre cheio de pessoas decerto ficarei próxima da porta de saída, falta de ar e um medo extremo de ficar "entalada" fazem-me estrategicamente colocar nos pontos de saída.

3. Saltar para o vazio dá-me um nó no estômago que nem pensar, acho que só correndo risco de vida voltaria a conseguir salatar para o vazio ... só de me lembrar o olhar para baixo na avioneta, me faz sentir um nó ... no estômago.

Devo ter mais pânicos mas ainda não os detectei, o tempo e os acontecimentos vão-me mostrando e ditando quais são eles.

Assim deixo de livre e espontânea vontade o testemunho de passagem, quem quiser que o agarre.

Nota: De alguma forma este pequeno e inocente desafio fez-me pensar, e decerto fará pensar outros, se olharem com uma maior introspecção para os seus maiores medos, e que deixam de ser medos para se tornarem de algum modo um pânico quando determinada situação surge e reacção acontece sempre ou quase sempre a mesma perante a mesma situação.

13 abril 2006

Pessoa ...

Foto de: um outro olhar


O que somos?
Pessoas, números ... já não sei bem ...
Alteram, mudam, põe, dispõem ...
O que interessa?
Tudo o que atinja o bem mais importante que existe
Dinheiro, lucros, tudo bens materiais e mundanos.
Humanidade, saber, falar, ouvir, respeito, para quê?
Palavras vãs ... desactualizadas
Clichés é o que são ...
Várias situações, bastava uma palavra, um gesto uma atitude
E
Tudo se resolvia de um modo sereno, calmo.
Mas não ...
Sociedade esta ... estranha ... que murmura coisas
Súbtis e ao vento.
E actua de modo tão diferente
E
Com ela leva
Pessoas mecanizadas e não pensantes.
Até quando?
Quando deixamos de ser um número e passamos novamente a ser uma
PESSOA?
...

Talvez ... um dia ... não sei ... mas muito pensar tem de mudar ...

10 abril 2006

"Uma outra pessoa" ...

Foto de: mnartist

"Haverá alguém que nunca tenha pensado em transformar-se noutra pessoa?"
Esta é apenas uma frase que surge num livro que li faz tempo.
Deixou-me a pensar, se realmente eu gostaria ou não de ser outra pessoa, ou transformar-me noutra pessoa.
Talvez para quem não tenha nada a perder e aqui refiro-me a todos os níveis - pessoais, de trabalho, familiares, e muitos outros - seja de certa forma uma boa opção e uma boa escolha.
Assim a optar por este tipo de atitude, a pessoa incorre em múltiplas e variadas situações, mudanças de atitude, de aspecto, personalidade, no fundo é um renascer e um reaprender tudo de novo, é um corte radical com tudo o que até aí tenha sido.
Até que ponto pode trazer ou não vantagens? Depende muito da pessoa em questão e do modo de atitude que tomará.
No mesmo livro, as duas pessoas que optaram por transformar-se noutra pessoa, tiveram percursos diferentes e bem distintos, ouso dizer que de certa forma um consegiu transpor-se a ele próprio e melhorar, então de algum modo teve um caminho positivo; o outro pelo contrário foi o oposto, caíu em degradação e de certo modo o seu caminho foi negativo.
Realmente parece uma "via" boa, salutar e de coragem, mas não sei se será assim tão de coragem.
Pois coragem é saber enfrentar no dia-a-dia os problemas e situações que lhe surjam pela frente, sejam elas boas ou más e tomar a ou as atitudes devidas, então nesta óptica talvez seja mais de cobardia, o fugir o não ter coragem de mudar o que deveria mudar.
Então transformar-se noutra pesoa, no fundo é uma fuga, uma cobardia e um acto de egoísmo, não só perante o próprio como perante todos o que o rodeiam, só passa a ser um acto de coragem o momento em que ele consegue ter iniciativa e destreza de iniciar e refazer tudo de novo - mas mesmo assim não deixa de estar implícito um acto de cobardia.
Assim a ter que lutar e a ter que mudar o que quer que seja, faço sem mudar de pessoa, faço mantendo eu a minha identidade, pois deste modo sei o que fui, sei o que sou, e sei o caminho que estou a trilhar para o meu futuro e isto dá-me uma identidade própria e única que só cada um de nós tem e em mais nenhum existe.
Nota: do livro "Uma outra pessoa" de Tonino Benacquista

09 abril 2006

Qualquer hora ... urgente



Mais um dia se iniciou, mais um dia que de rotina tem muito nas horas que se está envolvida no trabalho. Finda esta rotina, esta obrigação diária a tarde chega e por esta altura o sair ou passar a porta do local de trabalho torna-se duplamente agradável pois o sol ainda se avista o dia ainda se nota, deste modo uma alegria maior se faz sentir na alma.

Temos dias em que por motivos vários acontecimentos sucedem e nos marcam, outros passam despercebidos, outros nos deixam abalados, outros vêm numa mensagem deixada no atendedor "liga a qualquer hora dia ou da noite, urgente". Ao ouvir o coração salta, o sangue pára, não só pelo teor da mensagem, mas também pela voz que nos é reconhecida do outro lado.

A quantos de nós, não aconteceu algo parecido? Talvez a todos ou quase todos já tenha ocorrido algo do género ou parecido.

Mais perto ou mais longe, de algum modo tentamos ajudar, de algum modo do outro lado sentem que somos quase ou mesmo a tábua de salvação. Até que ponto o somos, ou realmente conseguimos ser?

Apenas somos se do outro lado também quiserem "salvar-se". Deste modo até onde vamos, ou melhor o que somos capazes de fazer para ajudar, - neste caso - amigos? Refiro a amigos leais de coração, não de palavras. Aqueles que fazem Kms para escutar, ou que simplesmente incentivam a fazer algo porque sabem que o mesmo é capaz e tem excelente capacidade e potencial.

Quantos... há? Poucos direi eu, por incrível é também uma "classe" que parece que quer entrar em vias de extinção.

Com a mudança dos tempos, das atitudes, dos pensamentos, muita coisa mudou e se alterou, mas felizmente para melhor - medicina, engenharia e mais alguns - mas por outro lado muito se tem perdido a nível de relações pessoais, relações humanas, relações afectivas, estas cada vez estão mais difíceis.

Se calhar é o "preço" que temos de pagar, evoluí-se por um lado, mas pelo outro cada vez mais nos "afundamos" mais, cada vez mais nos tornamos mais egoístas e mais solitários. A evolução é necessária e tem de continuar, nós é que temos de abrir os olhos e manter-nos alerta se não queremos quebrar mais do que já estão as nossas relações pessoais e humanas, pois se tal acontece o preço é bastante elevado para cada um de nós, e as reprecussões, são muitas e sem fim à vista.

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