Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

21 abril 2006

um Livro um Amigo

Foto de: F.Ciências- U.Lisboa

«Um livro é um amigo», frase sobejamente conhecida e que anda de boca em boca.
De facto é verdade um livro é algo muito nosso, é no fundo uma atitude muito intimista, eu e o meu livro e às vezes uma música de fundo a ouvir-se.
Assim por ele - livro - ser algo que nos faz levar a ter uma atitude intimista, significa que ele - livro - deve ser "algo" que nos "obriga" a ter um determinado comportamento em relação a ele.
A atitude de pegar nele e nós preocupar-nos em o lêr, de não nos esquecermos que ele está ali à nossa espera, de que ele nos consegue transmitir para além de palavras novas, conhecimentos novos.
Para além disto consegue ter outra faceta durante a leitura, faz-nos sonhar e "transportar" por lugares longínquos, assim sem nos apercebermos está a activar o nosso cérebro e imaginação mas sem nos sobrecarregar o mesmo com informação desnecessária, apenas a necessária para estimular.
Então se tenho todos estes factores positivos e de grande importãncia a seu favor, coloco coloco a questão: Porque é que um livro pode deixar de ser um amigo?
Estranha a questão? Talvez não...
De facto um livro deixa de ser um amigo, quando no acto da sua leitura e intrepretação do mesmo ultrapassa os limites que possam ser considerados "bons e correctos". O que tento dizer é quando ele - livro - em vez de nos canalizar e conduzir a atitudes positivas, coerentes e de desenvolvimento, quer em relação à pessoa que o lê quer em relação ao que o rodeia, se torna exactamente no seu oposto!
Com isto tento apenas transmitir que devemos lêr e nunca descurar a atitude de lêr. Devemos incentivá-la até, mas acima de tudo devemos ter algum cuidado e atitude correcta na escolha, no tipo e género que se opta por lêr. Só assim conseguimos evoluir em todos os aspectos, de outro modo entramos em regressão (atitude a evitar e a fugir para o nosso próprio bem estar).

19 abril 2006

Os meus ... Pânicos



Desenho de: Autor desconhecido

Mais uma semana se iniciou ... com ela - semana - os dois dias que passaram foram um autêntico frenesim sem tempo para pensar, chegada ao dia de hoje deparo-me que tenho um desafio a responder e, é sobre ele que me vou debruçar.

Pânicos, foi o desafio lançado pela Rafaela A. , assim começo a pensar e tentar responder ao mesmo:

1. Se existe algo que me faz sentir pânico, pulsação acelerada, transpirar, suar mãos e sei lá que mais é falar em público, falar em grupo, tudo o que vá para além de três pessoas faz-me sentir como "varas verdes".

2. Se me encontro num espaço fechado ou semi-fechado e esse mesmo espaço se encontre cheio de pessoas decerto ficarei próxima da porta de saída, falta de ar e um medo extremo de ficar "entalada" fazem-me estrategicamente colocar nos pontos de saída.

3. Saltar para o vazio dá-me um nó no estômago que nem pensar, acho que só correndo risco de vida voltaria a conseguir salatar para o vazio ... só de me lembrar o olhar para baixo na avioneta, me faz sentir um nó ... no estômago.

Devo ter mais pânicos mas ainda não os detectei, o tempo e os acontecimentos vão-me mostrando e ditando quais são eles.

Assim deixo de livre e espontânea vontade o testemunho de passagem, quem quiser que o agarre.

Nota: De alguma forma este pequeno e inocente desafio fez-me pensar, e decerto fará pensar outros, se olharem com uma maior introspecção para os seus maiores medos, e que deixam de ser medos para se tornarem de algum modo um pânico quando determinada situação surge e reacção acontece sempre ou quase sempre a mesma perante a mesma situação.

13 abril 2006

Pessoa ...

Foto de: um outro olhar


O que somos?
Pessoas, números ... já não sei bem ...
Alteram, mudam, põe, dispõem ...
O que interessa?
Tudo o que atinja o bem mais importante que existe
Dinheiro, lucros, tudo bens materiais e mundanos.
Humanidade, saber, falar, ouvir, respeito, para quê?
Palavras vãs ... desactualizadas
Clichés é o que são ...
Várias situações, bastava uma palavra, um gesto uma atitude
E
Tudo se resolvia de um modo sereno, calmo.
Mas não ...
Sociedade esta ... estranha ... que murmura coisas
Súbtis e ao vento.
E actua de modo tão diferente
E
Com ela leva
Pessoas mecanizadas e não pensantes.
Até quando?
Quando deixamos de ser um número e passamos novamente a ser uma
PESSOA?
...

Talvez ... um dia ... não sei ... mas muito pensar tem de mudar ...

10 abril 2006

"Uma outra pessoa" ...

Foto de: mnartist

"Haverá alguém que nunca tenha pensado em transformar-se noutra pessoa?"
Esta é apenas uma frase que surge num livro que li faz tempo.
Deixou-me a pensar, se realmente eu gostaria ou não de ser outra pessoa, ou transformar-me noutra pessoa.
Talvez para quem não tenha nada a perder e aqui refiro-me a todos os níveis - pessoais, de trabalho, familiares, e muitos outros - seja de certa forma uma boa opção e uma boa escolha.
Assim a optar por este tipo de atitude, a pessoa incorre em múltiplas e variadas situações, mudanças de atitude, de aspecto, personalidade, no fundo é um renascer e um reaprender tudo de novo, é um corte radical com tudo o que até aí tenha sido.
Até que ponto pode trazer ou não vantagens? Depende muito da pessoa em questão e do modo de atitude que tomará.
No mesmo livro, as duas pessoas que optaram por transformar-se noutra pessoa, tiveram percursos diferentes e bem distintos, ouso dizer que de certa forma um consegiu transpor-se a ele próprio e melhorar, então de algum modo teve um caminho positivo; o outro pelo contrário foi o oposto, caíu em degradação e de certo modo o seu caminho foi negativo.
Realmente parece uma "via" boa, salutar e de coragem, mas não sei se será assim tão de coragem.
Pois coragem é saber enfrentar no dia-a-dia os problemas e situações que lhe surjam pela frente, sejam elas boas ou más e tomar a ou as atitudes devidas, então nesta óptica talvez seja mais de cobardia, o fugir o não ter coragem de mudar o que deveria mudar.
Então transformar-se noutra pesoa, no fundo é uma fuga, uma cobardia e um acto de egoísmo, não só perante o próprio como perante todos o que o rodeiam, só passa a ser um acto de coragem o momento em que ele consegue ter iniciativa e destreza de iniciar e refazer tudo de novo - mas mesmo assim não deixa de estar implícito um acto de cobardia.
Assim a ter que lutar e a ter que mudar o que quer que seja, faço sem mudar de pessoa, faço mantendo eu a minha identidade, pois deste modo sei o que fui, sei o que sou, e sei o caminho que estou a trilhar para o meu futuro e isto dá-me uma identidade própria e única que só cada um de nós tem e em mais nenhum existe.
Nota: do livro "Uma outra pessoa" de Tonino Benacquista

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