Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

27 fevereiro 2006

O Cego e o Publicitário

Desenho de: Fun House

"Havia um cego sentado numa calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira escrito com giz branco: "Por favor ajude-me, sou cego".
Um publicitário da área da criação que passava em frente a ele parou e viu poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou no cartaz virou-o, pegou no giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné agora estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas do publicitário e perguntou-lhe se tinha sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras."
E sorrindo continuou o seu caminho.
O cego nunca soube o que estava escrito, mas o seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera em paris e eu... não posso vê-la." "
Quantas vezes já nos deparámos com situações em que se poderia ter alterado algo e com a "preguiça" com o "deixa andar", com o cansaço não alteramos e guardamos para o outro dia, guardamos para outro momento.
Quantas vezes nos deparámos com situações em que a estratégia que é usada não é a mais correcta para aquilo a que se propõe e não ousámos propor uma nova estratégia.
Assim e derivado às atitudes anteriores quantas oportunidades não perdemos, quantas mudanças deixámos fugir?
Com isto, apenas pretendo chegar a um único ponto:
Se queremos mudar, fazer, alterar algo devemos fazer sem hesitar, às vezes o pensar muito deixa fugir oportunidades. Devemos ter primeiro o impulso, depois a coragem e só depois o pensamento.
Aqui corremos o risco do imprevisto redobrado, do improvisar, mas não pudemos esquecer que a vida é feita de imprevistos e nada saí como queremos e planeamos, só às vezes ela - vida - nos presenteia com algo que estava no previsto.
Assim em modo de conclusão, termino com a última parte do texto com que iniciei:
"Sempre é bom mudarmos de estratégia quando nada acontece".
Acrescento sempre, é preciso mudar, arriscar, alterar, experimentar novas coisas, aprender algo novo, acima de tudo nunca parar nem estagnar, pois isto sim é acontecer, é viver.
Iggy Pop "Sucess" a melhor escolha e opção para acompanhar a escrita.

25 fevereiro 2006

"Bicho-de-Sete-cabeças"


Foto de: Malhatlantica



Desenho de: Desconhecido
Todos sabemos que dois e dois são quatro, também todos sabemos que dois e dois podem ser vinte e dois - juntos sem serem somados - depende da forma como é aplicado, dito e usado.
Deste modo com apenas o número dois, algumas letras e palavras começamos a entrar no mundo que aflige hoje em dia as crianças, jovens e muitos adultos. O chamado "mundo dos números" - matemática - e o chamado "mundo da escrita" - português.
Até que ponto estes dois mundos estãos seperados ou juntos?
Até que ponto estes dois mundos dependem um do outro?
Muito se fala em números, muito se fala em como a matemática "aflige e agugenta" ao sussurrar apenas o seu nome, caras fazem esgares, olhares se assustam.
Porquê?
Qual a razão que leva os mais novos e os mais velhos a ficarem intimidados e com medos dos números, no fundo da matemática?
A questão que eu coloco é esta:
Será de facto ela assim tão assustadora?
Ela - matemática - a base primordial de todo o conhecimento científico - tenho de fazer um parêntesis não posso esquecer a filosofia - dela necessitamos de usar os números, variadas e complexas equações, funções e formúlas, para o nosso bem estar, para o nosso dia a dia normal.
Repare-se então, a matemática por si é complexa, então à que criar método de ensino, educar e puxar as capacidades das crianças para a magia dos números, incentivá-los a gostar de matemática.
Como?
Começar por ensinar bem o português escrito, falado e entendido, hoje uma grande parte desta base falha.
Avançar então para a matemática, pois esta não consegue funcionar se não se entender o que se lê. Começar por criar raciocínio matemático e lógico pensamentos essenciais e necessários para o "mundo dos números", sem eles não se consegue avançar no raciciocínio matemático. Em conjunto com isto criar hábitos de estudo, concretamente o fazer exercícios, sem isto não se evolui na matemática.
Estas pequenas essenciais e importnates bases deviam ser transmitidas no início da vida escolar de modo correcto e metódico.
Assim tenho de chegar ao pensamento que a matemática não é assustadora, nem nenhum "bicho-de-sete-cabeças" antes sim é um saber que está a ser mal transmitido aos nossos mais pequenos, aos nossos futuros investigadores, professores, advogados, políticos, escritores, médicos, engenheiros, secretárias e mais profissões.
Chego então à conclusão final: o problema do "mundo dos números" não se resolve enquanto não se resolver o "mundo da escrita" - falado, escrito, entendido. Depois criarem gosto de ensinar matemática, como se fosse uma arte. Um depende do outro, estão interligados mesmo tal não parecendo e sem esta interligação não existe evolução, conhecimento, pensar e ciência.
Assim vamos vendo o nosso Portugal avançar de modo lento, pois na base de qualquer avanço está o "mundo dos números" e o "mundo da escrita", com isto vamos perdendo em várias frentes por não termos capacidade de resposta, mais grave se torna é que a capacidade de resposta continua a não existir.
Até quando continuará?!
"Se é um número ímpar se somar um outro ímpar, obtém-se um número par. Um número par, por mais números pares que lhe somem, nunca se obterá um número ímpar". Pietro Emanuelle
Reamonn com "Falling Down" foram aqueles que me acompanharam nesta "viagem".

23 fevereiro 2006

"Bilhete"


Foto: Eslovénia - Ljubjana
Antes de escrever o que quer que seja agradeço a todos, é raro engripar-me , desta vez trocou-me as voltas entrou rápida e forte.
Começo por colocar música, recaíu sobre Nick Cave - Weapping Song, preparo-me para relembrar umas aventuras ou desventuras.
Encontro-me a "uns" kms" de Portugal de férias.
O dia começou cedo, tinha de apanhar o comboio das 7:57. Foi aqui que tudo se iniciou, saí da pousada faltavam mais ou menos 20 minutos para o meu comboio partir da gare Viena Südbf, em direcção a Zagreb, o meu destino Ljubjana.
Acontece que a distância ainda era considerável, o metro foi essencial para chegar em cima da hora, posso quase dizer o comboio a partir, muito corri logo de manhã!
A viagem de 6 horas mais ou menos decorreu de dia, deu apreciar e ver a paisagem que surgia ao longo de todo o percurso e descansar um pouco, pois iniciou-se atribulado.
Chego ao destino estação grande mas não em demasia.
Procuro as informações, obtenho o que desejo e assim depois de ter tudo devidamente arrumado vou passear pela cidade e procurar um sítio para comer.
Passaram algumas horas, depois de ter dado uma "volta" pela cidade e de me situar mais ou menos, começa a chover - algo que não esqueço - o dia a diminuir, a noite a começar a entrar e o frio a chegar.
Estava cansada, molhada e cheia de fome, dirigia-me para a estação ia saber mais uns pormenores que precisava e me lembrei na altura. Não existiam bares nem cafés próximos, fui mesmo à pizzaria que se encontava na estação. Pedi uma cola e uma fatia de pizza, vou para pagar e .... a carteira tinha desaparecido!
Fiquei aflita - documentos importantes e cartões estvam noutra bolsa - mas um documento muito importante estava nessa carteira, o meu "bilhete" de viagem, concretamente o meu "pass" de acesso a viajar de comboio.
Procurar não valia a pena, tinha andado por tanto sítio!
A noite já se iniciava, a chuva continuava e o frio cada vez era maior.
Assim a minha opção foi saber que tipos de soluções existiam para minimizar o problema do "bilhete". Devidamente informada e conformada, lá fui tratar da minha única e derradeira opção nada mais nada menos que ter de comprar um novo "pass"!
Não estando isto nas minhas previsões, tendo ficado deveras "assustada" ou melhor com vontade de sair dali o mais rápidamente possível, alterei tudo e nesse mesmo dia às 2 horas da manhã apanhava o comboio com destino a Budapeste.
Lembro que mesmo com o grande imprevisto que me surgiu, adorei as horas e o tempo que estive na Eslovénia, é lindo longínquo e bastante diferente, assim fica a espernaça de um dia lá voltar e ver com maior cuidado, pois algo de lá me ficou no coração.
Não foi roubo, disso tenho a certeza, foi descuido meu e que paguei bem caro pelo erro - o fecho não corri, apenas fechei com velcro a bolsa e a carteira escorregou - aprendi que guardarei o bilhete no local de segurança máxima.
Concluindo:
Assim numa terça feira 14 de Junho de 2005, apenas com 5 dias de férias usados, aprendi Que de repente nos podemos sentir muitos sós, mas que no meio disso não somos os piores basta olhar em volta.
Que não é por algo correr mal que desistimos do que estamos a fazer, mas sim adquirimos mais força e seguimos em frente, decerto algo bom irá surgir.
Que dentro do possível não devemos "assustar" ou "afligir" aqueles que mais gostamos, pois nada irá resolver.
Que devem ser poucos os que tem um bilhete comprado na Eslovénia, para conseguir prosseguir a sua viagem.
Que acima de tudo por muito mau que "algo" tenha acontecido, "algo" de bom aconteceu e esse bom sobrepõem-se ao mau que aconteceu.
Já me alonguei demais, vou mudar a música Iggy Pop - Lust for life é o senhor que se segue.

21 fevereiro 2006

O Outro Lado do Paraíso

Foto de: Desconhecido

"Porque tens tanta fé em mim?
Porque não haveria de acreditar.
Vieste de longe para nos ensinar o que dizes deve ser verdade.
Se eu tivesse mentido?
Terias feito uma grande viagem para contar uma mentira."
Acreditar em algo é importante, mas não o suficiente, é preciso a . A fé inabalável que nos leva a ter forças de seguir a corrente contrária.
Só deste modo conseguimos passar a fronteira banal e entrar no pequeno mundo dos que ousam enfrentar o desconhecido, não podemos nem devemos esquecer aqueles que acreditam em nós, ou aqueles que nos estedem a mão sem esperar-mos nem contar-mos.
Eu a divagar e tudo porque me deixei levar por um filme.
Eu a divagar porque simplesmente acredito e tenho fé.
Mas continuo a divagar e continuarei enquanto achar que este é o sentido que me leva a "bom porto".
Decerto divagar não é o termo certo, talvez o mais certo seja seguir aquilo em que acredito.
Decerto modo, todos acreditamos, às vezes, durante o percurso desse acreditar, dessa fé e dessa esperança vão perdendo-se por razões que conhecemos ou desconhecemos. É nestas alturas que devemos olhar e lembrar quando éramos crianças e ainda acreditávamos. Pelo caminho às vezes as leis, legislações tentam atrapalhar-nos, outras tentam ajudar-nos, há que saber usa-las e aplicá-las e não esquecer que quando se vive em sociedade temos de cumprir com algumas "obrigações" para a harmonia coexistir.
Assim de algum modo, não é em vão o filme que vi.
"O outro lado do Paraíso" foi isso mesmo que me fez ver, o outro lado. Conteúdo, paisagem, música tudo em harmonia, mesmo nas raras excepções em que a natureza demonstra toda a sua força.
Para quem se sente sem força, sem fé sem energia, sem esperança, sem amor uma viagem ao outro lado do paraíso talvez ajude a revigorar-se e a sentir que nada é em vão e que essa palavras são a sustentabilidade de tudo.

Nota: O texto entre aspas é do filme.
Assim acredito que amanhã vou estar melhor e não vou estra engripada nem cosntipada nem a espirrar attchimmmm

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