Destaque_ Filme_Avatar

Filme: Avatar Director: James Cameron Estreia em portugal: 17-12-2009 Género: Acção/Aventura/Ficção Científica Estúdio: 20th Century Fox Website: www.avatarmovie.com Entre os actores principais: Sigourney Weaver Michelle Rodriguez Filme em 3D que marca o regresso de James Cameron.

31 janeiro 2006

Cantar é acreditar

Desenho de: Desconhecido

Hoje estou com a sensação de vazio e de vácuo, é algo tão estranho.
Termos a energia física dentro dos parâmetros mpara mim normais, mas ter a energia mental a trabalhar um pouco ao ralenti, é que não dá para mim!
Vazio é algo que não tem nada, mas tudo entra em turbilhão e de forma desastrosa, assim deste modo misturado com o vácuo, comprime tudo de tal ordem que, nada fica no lugar devido nem no que lhe era reservado.
Oiço a canção, ...diz:
cantar é acreditar
cantar não pode ter regulamentos
quem faz uma canção tem de a assumir
cantar é um acto de combate colectivo
cantar é uma maneira de ser povo
cantar é uma maneira de estar vivo
Oiço, analiso e penso, que realmente é verdade!
De certo modo essas simples e maviosas notas a entrarem no meu ouvido fizeram acreditar que eu conseguia racícionar e pensar, que eu conseguia acreditar.
Acreditar que de certo modo cantar é algo que para além de ser de uma beleza incrível, é algo que cada um de nós pode fazer e usar para se "libertar".
Sim "libertar", não interessa se canta bem ou mal, pois não é isso que está em causa, mas sim apenas o acto de libertar o que nos vai na alma e no espírito.
Desse modo damos "largas" ao nosso "íntimo" da forma mais fácil, da forma mais simples, e se com isto juntar-mos a canção ou a letra adequada, ou melhor ainda se tivermos a "coragem" de tentar formar uma frase por tolas que sejam as palavras, talvez no final, tenhamos a resposta aos nossos maiores terrores, aos nossos maiores anseios.
Digo mais ainda, talvez deitando apenas palavras soltas sem nexo, elas no final ao olhar se encaixem todas, mais uma vez a resposta surge de forma ténue e vaga, de forma inesperada e sem darmos conta.
Assim soltar, libertar o que está no nosso interior é uma forma de nos tornar-mos mais humanos, uma forma de não nos deixarmos ir na "vaga", na "onda" que a grande maioria gosta de seguir.
De certa forma é como seguir um caminho, existe aquele que requer "capacidades adicionais" da pessoa que o faz por surgirem obstáculos no caminho nunca pensados e imaginados ou os que são apenas seguir as instruções e tomar os cuidados necessários.
Assim pergunto-me: Qual o melhor caminho?
de acordo comigo só existe um, o que nos dá a capacidae de usar as "capacidades adicionais".
Porquê?!
Porque é o mais difícil, é o que puxa mais e exige mais de mim, de certa forma isso acontece com o dar "largas" ao nosso "interior", exige de nós, faz-nos pensar, obriga-nos a concentrar.
Desta forma tenho de acreditar que aquilo que eu tenho interiorizado, eu posso exteriorizar, sob diversas formas.
Então cabe a mim ter a capacidade de usar das formas que existem e exteriorizar, e de induzir meios que me possam activar de certo modo a exteriorizar.
Acima de tudo acreditar, acreditar em mim mesma, não se aplica só aqui mas a tudo, cabe a mim antesdos outros acreditar em mim, se eu não acreditar em mim, quem pode acreditar?
Alguém talvez, mas é uma incerteza, e não posso contar com incertezas, mas apenas com certezas são essas que definem o caminho, definem o presente, o futuro e definiram o passado.
Para quem estava com vazio e cheia de vácuo, já consegui exteriorizar, pelo menos valeu isso, e valeu a pena ouvir "Cantar"- Pedro Barroso aqui e agora no seu melhor.

30 janeiro 2006

27 Janeiro "Recém-Chegado"

Foto de: Desconhecido

Acordo com o dia bonito, pois o sol prometia (excelente) gosto dos dias assim, apenas com um senão que dispenso...ao abrir a janela um frio de rachar (a noite já prometia)!
Como de costume sigo para o trabalho, hoje fujo à regra levo o carro ao final do dia umas horas de viagem esperam-me!
Parei, não foi o carro, mas de escrever oiço uma música antiga mas que gosto imenso dela, com ela uma imagem me surgiu o meu avô, homem magro rijo, com uma careca bastante acentuada rio-me pois recordo que nos dizia a nós (netos) que tinha sido o vento da serra que lhe tinha levado a cabelo, claro que era um em todos nós (netos).
Porquê a música me fez lembrar?
Tenho de voltar a recuar uns anos, já o meu avô tinha morrido, fazia uns anos, quando a mexer nuns discos que por lá andavam e aos aquias não ligávams pois as músicas não eram "chamativas", descubro um ao qual não ligo, mas ao olhar atentamente descubro que está muito picado e que denota muito uso, reparo ainda que acontecia especialmente com uma faixa (os discos são de vinil). Fui ver, incrível uma que eu gostav e que o meu avô pelos vistos também! "Zorbas the Grek".
Escutei, tal como agora o estou a fazer.
Mudei a música...talvez porque as recordações são boas, mas também tem o seu lado triste e nostálgico e fujo disso.
Entretanto o dia de trabalho terminou, como algo e bebo um chá quente, inicio a viagem. Muito trânsito durante toda a viagem, então à medida que me aproximava do destino, mais se intensifica, já se avista a A5, o trânsito continua, tal como a música continua a rolar.
Cheguei!!
Já não consigo ir ao local que me levou a fazer esta viagem, mas amanhã irei lá! Entretanto, os meus pais esperam-me...vejo as fotos...do "recém-chegado" à família.
Sim é isso mesmo um "recém-chegado", concretamente um sobrinho.
Mudo a música.
Chego à conclusão que depois da música que me fez recoradr o meu avô, nada vem por acaso talvez ela (música) tivesse necessidade de surgir, talvez ela tivesse de lembrar olha eu estou aqui na tua memória, e hoje não te esqueças, especialmente hoje, pois um dia terás de lembrar ao bisneto que não conheço que eu existi, e que tive muitas histórias, aqui em portugal e não só...em Africa.
Lembro mais uma vez a mim mesma que falarei não só dele, como da minha avó, e porque quis que a csa em volta tivesse planos e não escadas (era para os netos correrem e andarem de bicicleta) e acima de tudo porque eram uns avós que adoravam os netos e por eles faziam tudo, com as vossas rezinguices mas foram os avós mais "porreiros" que tive! acima de tudo é isto que devo transmitir, pois só desse modo "eles" conseguem conhecer a história que vocês tiveram connosco.
Puxa, já escrevi demais e tudo por causa de um novo "recém-chegado" á família! Só mesmo um "recém-chegado" consegue ter a capacidade de nos fazer dar uma viagem ao nosso interior, pois só ele consegue fazer a ponte e a ligação entre o que nós fomos um dia e o que iremos ser um dia, o que nós fomos como "recém-chegado" e como seremos como "idoso avós ou tios" e assim nos faz ter a noção que nós somos o elo de ligação entre estas gerações e que não devemos descurar esse mesmo papel.
De alguma forma faz-nos ficar felizes mas simultâneamente recuar no tempo e lembrar os que já cá não estão, e assim o "ar" da nostagia e do pensamente abate sobre nós.
"O Caritas" chega ao fim, e desse modo Cat Stevens terminou o tempo reservado a ele e eu terminei o meu tempo reservado para "vocês".

26 janeiro 2006

Frida

Foto de: Fantasy Arts

En la noche...ano de 1922 México.
Assim começa a viagem. Viagem essa por um mundo de cor, som e imagem.
Um mundo onde entramos primeiro a medo e com expectativa, depois ao ouvir os primeiros sons transforma-se, apercebe-se que algo de diferente está para surgir.
Vermelho, verde-garrafa as cores que com frequência surgem e nos enchem o écran.
A vida que surge cheia e ávida, travessa e alegre num grupo de jovens, mas cedo nos apercebemos que um acidente irá alterar a vida de um desses jovens, de modo irreversível e que irá ter tendência para agravar à medida que nos vamos "prendendo" cada vez mais no enredo.
Pequenos traços gerais que transmitem apenas o percurso que a jovem do acidente teve de fazer e enfrentar para singrar e sobreviver.
Sobreviver em termos de acidente, e depois em termos de vida própria o modo como enfrentou, lutou e como nunca deixou de lutar pelo seu grande sonho. Sonho esse que era pintar, e que se iniciou pela necessidade de ganhar a vida.
Sim pintar.
Assim, vamos apercebendo de como foi o percurso, idêntico ao de várias outras pessoas até ao ponto do acidente, aqui começa a diferenciar-se pois nunca deixa de querer lutar acima de tudo de andar e de ter uma vida o mais possível normal (dentro dos problemas que surgiram). Com esta luta surge a do gosto da pintura cada vez maior e a de sobreviver, mais uma vez procurou quem a poderia ajudar a evoluir como pintora e a sobreviver, Diego Rivera irá ter um papel importante.
Deste modo esta jovem tornou-se conhecida e reconhecida, refiro-me a Frida Kahlo (pintora notável e que trouxe algo novo para a época), assim foi em traços gerais o seu surgir e tornar-se no que foi mais tarde e ainda hoje para a pintura e para todos aqueles que de algum modo apreciem este tipo de arte.
Algo que é notável ao longo de todo o filme para além do movimento, da alegria e da tristeza, dos momentos de rir (do filme), as cores já foquei, é a música de tal modo envolvente em todo ele, que se consegue manter nos nossos ouvidos e desse modo mais tarde voltar a transportar-nos ás cenas onde surgem, as pinturas e os murais que se vêem durante o filme são alguns dos pequenos detalhes que nos prendem.
Assim, com Frida além de me mostrar que a coragem, a perseverança, o lutar pelos nossos sonhos é necessário às vezes não termos medo de agarrar as coisas boas que nos vão aparecendo, acima de tudo saber distingui-las e que viver pode ser difícil e doloroso, mas de modo algum será pior se não tentarmos fazer algo para mudar o rumo que as "coisas" de alguma forma possam levar.
Vêr Frida é como tomar uma "injecção anti-gripe" (algo que não faço pois eu e as agulhas não nos damos bem), de algum modo põe-me imune por momentos, mas é mesmo só por momentos, pois o resto cabe a mim fazer.
Por isso gostei de refazer esta viagem e não me importo de levar esta "injecção anti-gripe", e de continuar a ouvir Alcoba Azul.

24 janeiro 2006

Compromisso de Honra

Foto de: Desconhecido

Temos dias em que pensamos que tudo o que temos e tudo o que fazemos não é nada, que tudo aquilo que tocamos não é nada.
Talvez seja algo drástica ao dizer isto, talvez seja apenas um "grito", um "grito" de impotência. Todos de algum modo fazemos e contribuímos com algo gratuito ou "free" (palavra tão em voga), seja onde for e de que modo for ninguém é indiferente (pelo menos uma percentagem de pessoas sei que não o é).
Talvez por isso eu sinta que é apenas um "grito", que quando se faz é pelo simples gosto de fazer, de dar de partilhar, ajudar em alguns casos a atenuar a dor que existe mas nada mais se pode fazer, nada mais existe que o simples gesto de esticar o braço ou mão a quem precise.
Mas, porque mesmo assim sinto que não faço nada?!
A vida cheia e agitada do dia a dia, preenche-nos grande parte do tempo, é necessário saber coordenar horários, "esticar o tempo" quando ele se torna apertado, coordenar várias coisas em que se possa estar metida, no meio disto tudo ter um pouquinho de tempo para nós, sim para nós próprios algo necessário e muito importante para nos sentirmos bem.
Deste modo, apenas tento chegar a um simples ponto, tenho constatado e visto várias pessoas, umas com a vida mais agitada que outras, algo tenho notado entre todo este género de pessoas, pode parecer estranho, mas todas aquelas pessoas que estão mais agitadas e ocupadas são as que de algum modo conseguem arranjar mais algum tempo para disponibilizarem algo delas em proveito dos outros. Assim por incrível quem mais tempo tem, normalmente desculpa-se que não tem tempo!
Onde quero chegar?
talvez ao pontoem cada cada vez menos pessoas se interessam por dar algum tempo em favor de outrém (não interessa quem, pessoa ou instituição), em dar um pouco do seu trabalho em favor de algo de forma gratuita.
Porquê?
Porque é mais fácil, não assumir compromissos especialmente de forma gratuita na qual nalguns temos arrelias, noutros temos horas despendidas fora de cas, noutros junta-se lazer ao trabalho, mas em todos existe um compromisso.
Também existe a "estirpe" do diz sim mas nunca aparece nem nunca faz nada.
Assim noto que cada vez mais nos tempos de hoje é difícil assumir compromissos seja de quem for. Compromisso de Honra tão em voga no tempo dos meus avós e no qual se desdobravam simplesmente para cumprir, já não existe ou quase desapareceu, é algo que me atrevo a dizer que está em vias de extinção.
Porquê? Não confiam, não acreditam (mais em voga neste tipo de compromisso).
Assim com pena minha chego a uma conclusão: as pessoas deixam-se ir na "onda" desta sociedade, não criam ideais e pensamentos próprios, nem ideais de vida, logo como podem acreditar, confiar, ou querer dar tempo a outrém ou a uma instituição?!
Tanta letra escrita para dizer , por muito que eu faça é sempre pouco o que faço, por muito que eu grite é pouco o que grite, pois são muitos os que precisam e são poucos os que ajudam e estendem a mão, às vezes é preciso esticar o tempo correr muito.
Todos juntos e unidos fazem muito, sózinhos e sem rumo a lado nenhum se chega.
Nota: tudo desencadeado por uma série televisiva, em que um médico assumiu que ajudava o doente "esquecendo" um superior que discordava determinada opção e pedindo ajuda a outro superior, esse correndo o risco nessa mesma opção uma vida se salvou.

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